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	<title>Brainstorm</title>
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	<description>Falando de vida, motivação e trabalho</description>
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		<title>Novamente Natal</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Dec 2011 04:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os dias que antecedem o Natal e a virada de ano, nos fazem um pouco ficar mais sensíveis. Ainda bem! O espírito natalino, libera uma certa dose de compaixão, de solidariedade e resgata memórias importantes de nossas vidas. Para mim, &#8230; <a href="http://marcodecastro.wordpress.com/2011/12/18/novamente-natal/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=311&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os dias que antecedem o Natal e a virada de ano, nos fazem um pouco ficar mais sensíveis. Ainda bem! O espírito natalino, libera uma certa dose de compaixão, de solidariedade e resgata memórias importantes de nossas vidas.</p>
<p>Para mim, o Natal sempre foi o momento de família reunida, de compartilhar presentes, ainda que simples, mas cercados de uma aura e um brilho que a só a infância sabe dar, de ir à igreja, de sentir o cheiro do pinheiro de Natal dentro de casa.</p>
<p>Hoje, continuo acreditando na importância de reunir a família, de compartilhar presentes com as crianças, aquelas que cresceram e aquelas que ainda o são, porém penso que podemos agir um pouco mais. Por esta razão, este ano decidi que antes do Natal, faria uma visita a um lar de jovens que requerem de um pouco de atenção, que precisam de uma mensagem de esperança, pois o destino não lhes foi até agora, um pouco mais generoso.</p>
<p>Um prato de comida, ou um presente, pode fazer a alegria de um momento, mas uma mensagem, pode ser útil para a vida. Os jovens que visitei, não acessam a internet como nós, não recebem em suas caixas postais, emails em profusão contendo mensagens de ajuda, de apoio, de exemplo. Eles apenas se confrontam com a nua e dura realidade do cotidiano de suas casas, de seus familiares, que também foram se amargando ao longo dos anos. No lar onde nos encontramos, algumas pessoas devotas, se dispuseram verdadeiramente a ajudar e mantém o local com afinco e profissionalismo. Mas a sociedade insiste em olhar para aqueles meninos e meninas, ainda com desprezo e até medo.</p>
<p>O amargo da vida, que se perpetua para muitos, conflita com o doce sabor do Natal, aquele que a maioria de nós pratica. Deixei o conforto e a tranquilidade de lado e fui me sentar junto a eles em uma tarde ensolarada.</p>
<p>Não fui para julgar, para ensinar ou para dizer o que é certo ou o que é errado. Falei de vida. Falei da minha vida, dos meus pais, dos meus acertos e até dos meus erros. Algumas mães me ajudaram com perguntas e dúvidas. Confesso que sai de lá com uma vontade de ajudar ainda mais, pois sei que foi pouco. Não era um auditório lotado, daqueles onde dou uma palestras, onde tudo está muito certo e programado. Alguns dos jovens estavam ali por que foram obrigados a participar. Improvisei, suei a camisa, na busca de tocar com as palavras. Estabelecer um diálogo não foi uma tarefa fácil. Não era o público com o qual eu estava acostumado a falar.</p>
<p>Por outro lado, ao final, alguns me olhavam com esperança. Aquele olhar que só quem vê sabe. Conversamos mais isoladamente na confraternização, e quando se julga menos e se ouve com intenção de ajudar, tudo fica mais fácil.</p>
<p>Não fui mudar o mundo, não almejo ser o responsável pelo destino de cada um, mas se as palavras, os sentimentos, as emoções que compartilhamos naquela tarde puderam se sobrepor à dureza de ao menos um deles, e este se lembrar antes de agir, certamente terei contribuído de alguma maneira. Esta é a minha crença.</p>
<p>O novo ano traz de acordo com a tradição secular, a expectativa de um novo espaço para agir, de um novo momento. O que foi, não mudamos, o que é, estamos vivendo, o que virá é a incógnita do destino e a folha em branco na qual podemos escrever ou fazer uma nova história. Daí a esperança.</p>
<p>Ao final, convidei-os para uma atividade diferente. Pedi que cada um demonstrasse algo positivo e bonito com as mãos para que eu as fotografasse. Em troca, lhes ofereci as fotos impressas com uma mensagem de minha autoria, e me comprometi em entregar antes do Natal.</p>
<p>Quando o mais velho se levantou, os demais o seguiram, até mesmo um deles que manteve-se apático quase todo o tempo, apesar de minhas insistentes perguntas e tentativas de incluí-lo no grupo.</p>
<p>Com as fotos desta ação e um poema, publiquei um pequeno vídeo no Youtube:<br />
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://marcodecastro.wordpress.com/2011/12/18/novamente-natal/"><img src="http://img.youtube.com/vi/VAPTi5TJiIc/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>Para todos os que tiveram a paciência de ler até aqui, desejo um feliz Natal e um ótimo ano novo.</p>
<p>Um grande abraço.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcodecastro.wordpress.com/311/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcodecastro.wordpress.com/311/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcodecastro.wordpress.com/311/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcodecastro.wordpress.com/311/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcodecastro.wordpress.com/311/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcodecastro.wordpress.com/311/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcodecastro.wordpress.com/311/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcodecastro.wordpress.com/311/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcodecastro.wordpress.com/311/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcodecastro.wordpress.com/311/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcodecastro.wordpress.com/311/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcodecastro.wordpress.com/311/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcodecastro.wordpress.com/311/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcodecastro.wordpress.com/311/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=311&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O prazer de ler e a vontade de contar&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jun 2011 20:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio de Castro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, visitei a livraria El Ateneo, em Buenos Aires. Segundo o jornal The Guardian, trata-se de uma das mais bonitas livrarias do mundo. Um empreendimento que aproveitou um velho teatro, construído em 1919 na Avenida Santa Fé.</p>
<p>Me deliciei com aquela riqueza fantástica, com os milhares de livros expostos e disponíveis em um espaço tão convidativo, não só para a compra, mas para a leitura e a contemplação.</p>
<p>A livraria é um espetáculo por si própria. Um convite a ler os grandes escritores argentinos, entre eles, Borges, Cortazar, Sábato. Um momento de prazer ao circular por entre as estantes e saciar a curiosidade por um título ou um autor.</p>
<p>O palco do teatro tornou-se um café agradável, onde encontramos uma mesa, e tomamos um café em meio aos livros e apreciadores de nacionalidades variadas.</p>
<p>Ficamos por ali um bom tempo. Aliás, o tempo parece não passar naquele lugar. Às vezes, a abóbada, pintada com motivos bíblicos por Nazareno Orlandi, roubava-me a atenção.</p>
<p>Tudo ali é um convite ao prazer da arte, que se quer sorvida e fruída. El Ateneo, não é um espaço da pós-modernidade, fria e calculista, não é uma lounge à espera do leitor que quer o prazer fulminante e aparente.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://marcodecastro.files.wordpress.com/2011/06/el-ateneo-2011.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-306" title="El Ateneo - 2011" src="http://marcodecastro.files.wordpress.com/2011/06/el-ateneo-2011.jpg?w=300&#038;h=225" alt="El Ateneo - 2011" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Os livros fizeram parte de minha formação, não como uma obrigação ou uma tarefa penosa. Tornaram-se fonte de prazer, satisfação e inspiração. Lembro-me de algumas leituras iniciais, uma edição da Odisséia de Homero para crianças, o livro de Inglês, onde aprendi meus primeiros vocábulos anglo-saxões com meu avô Israel, os livros de poesias de Castro Alves e Casimiro de Abreu, que meu pai fazia questão de mostrar-me e ler alguns dos poemas em voz alta.</p>
<p>Cresci em meio a uma biblioteca na casa de meus pais. Muitos dos livros vieram em baús da Alemanha, e passaram a fazer parte de meu cotidiano, quando ainda era criança. No sítio de meu avô, também me deliciei com algumas leituras. Depois, freqüentei bibliotecas menores, como a da União Cultural, local de gente culta e de conversas sui generis, como dizia meu pai. Seguiram-se as bibliotecas Mário de Andrade, a Circulante de São Paulo, quando funcionava na Praça Roosevelt.</p>
<p>As livrarias foram se tornando meus locais preferidos, quando saia para as compras com meus pais. Frequentei diversas, em vários lugares por onde passei e morei. Em algumas, detive-me um pouco mais, em outras, passei mais rapidamente, às vezes somente para sentir aquele cheiro de livro novo e me sentir em contato com eles.</p>
<p>Aos poucos, as edições em papel são arrebatadas por edições digitais. Minha geração nasceu analógica e morrerá, em sua maioria, digital. Os últimos e os próximos dez anos, foram e estarão marcados por transformações significativas na tecnologia de comunicação e informação, nos relacionamentos, na tecnologia de aprendizado e de entretenimento. Os últimos dois ou três anos, foram marcados pelo surgimento dos e-readers, com a missão de algum dia, substituir os livros.</p>
<p>Hoje, tenho em minhas mãos um Ipad. Meu filho, um Kindle. Algumas crônicas no dia a dia, alguns capítulos de livros, são lidos na tela destes recursos ou do computador e até mesmo dos smart-phones.</p>
<p>E o que será do livro? Este magnífico instrumento que serviu para transmitir a todos nós, o conhecimento, a sabedoria, as técnicas, e proporcionar o prazer e deleite de mergulhar em histórias reais e imaginárias.</p>
<p>Saí de El Ateneo, satisfeito, com o firme desejo de retornar. Na sacola de compras, apenas um livro: Felicidad Obligatória de Ricardo Coler. Na memória, as ideias, que se transformam agora nestas linhas.</p>
<p>No dia seguinte, sentamos ao livre para mais um café na Recoleta. Aliás, saborear um café sem precisar olhar para o relógio, sem que seja necessário correr para o compromisso seguinte, é parte do <em>savoir vivre</em>, o saber viver, que admirei nos argentinos em Buenos Aires. Escreverei mais sobre isso, futuramente.</p>
<p>Em um mesa próxima, senta-se um velho senhor. Ele despretensiosamente faz suas anotações em um caderno, com uma escrita rápida, mas de letras bem legíveis. O que escreve? Memórias? Um romance? Eu não sei.</p>
<p>Apenas concluo, naquele final de tarde, somando a visita a El Ateneo e aquela cena, que entre o analógico e o digital, está o humano.</p>
<p>Substituir os livros! Eis uma tarefa que me parece bem difícil, ainda mais para mim. Não os trocarei por arquivos digitais. Alguns novos, aqueles cuja versão impressa seja muito difícil de se comprar, posso adquirir em formato digital. Entretanto, não me vejo abdicando de um bom exemplar em papel, para ser lido a qualquer hora, disponível para me entreter nas noites de insônia e no desejo de aprender. Leio e renovo-me.</p>
<p>Assim, convido você, leitor, a uma leitura prazerosa. Seja na biblioteca, na livraria, no banco de uma praça, na sala ou no quarto de sua casa. Que viaje com as palavras de seus autores preferidos, pelos lugares do mundo, pela história da humanidade, pela beleza das palavras ou pelo universo imaginário de todas as ficções.</p>
<p>Nos reencontraremos aqui. Talvez um pouco mais velhos, um pouco mais céticos ou mais convictos. Em nossas memórias, mais algumas palavras, algumas linhas, algumas histórias.</p>
<p>E quem tiver uma para contar, que a escreva. Aqui, ou em um livro, afinal de contas, há muito o que contar.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcodecastro.wordpress.com/305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcodecastro.wordpress.com/305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcodecastro.wordpress.com/305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcodecastro.wordpress.com/305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcodecastro.wordpress.com/305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcodecastro.wordpress.com/305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcodecastro.wordpress.com/305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcodecastro.wordpress.com/305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcodecastro.wordpress.com/305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcodecastro.wordpress.com/305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcodecastro.wordpress.com/305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcodecastro.wordpress.com/305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcodecastro.wordpress.com/305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcodecastro.wordpress.com/305/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=305&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Procure no Google&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Apr 2011 01:08:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Onde encontrar respostas para tantas dúvidas e questões nos dias de hoje? Onde encontrar um mapa que nos indique o caminho para um local de interesse? Onde encontrar imagens, textos, trabalhos, receitas, recomendações, filmes, músicas e tantas outras coisas, inclusive &#8230; <a href="http://marcodecastro.wordpress.com/2011/04/01/procure-no-google/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=286&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Onde encontrar respostas para tantas dúvidas e questões nos dias de hoje?</p>
<p>Onde encontrar um mapa que nos indique o caminho para um local de interesse?</p>
<p>Onde encontrar imagens, textos, trabalhos, receitas, recomendações, filmes, músicas e tantas outras coisas, inclusive pessoas?</p>
<p>O caminho é o Google. Este poderoso mecanismo de busca, que se tornou uma empresa, um negócio de milhões de dólares.</p>
<p>Até ai, tudo bem.  A questão é: no que o Google está se tornando em nossas vidas?</p>
<p>Na Grécia antiga, havia os oráculos. Pudemos conhecer uma versão pós moderna deles no filme Matrix. Aquela figura enigmática capaz de predizer o futuro em metáforas e hipérboles. Não estaria o Google, se tornando em um novo oráculo pós moderno? Algo desprovido de feição humana, mas lidando com o produto humano da informação e desinformação, expondo e revelando conteúdos a partir de palavras chave, códigos lingüísticos e algoritmos secretos?</p>
<p>Conheci gente que não faz mais nada sem primeiro consultar o Google. Trabalhos de escola ou faculdade, receitas para cozinhar pratos diferentes na cozinha, procedimentos para tirar manchas de roupa etc. Na dúvida, é só escrever ali no campo de busca e clicar. Fácil, “gratuito” e indolor.</p>
<p>Como que num passe de mágica, as respostas aparecem em sua tela. Milhares de resultados à disposição de sua paciência, para serem explorados, aceitos ou rejeitados. O oráculo pós-moderno oferece opções. Você escolhe o caminho.</p>
<p>Com o passar do tempo, os resultados apresentados vem sendo aprimorados. Os sites passaram a ser considerados por acessos e links, e sobem no ranking de aparição nas páginas de resultados. Dessa maneira, as buscas se tornaram mais efetivas. Ao mesmo tempo, nossos objetos de busca são analisados e avaliados, para que se conheçam nossas preferências, para que nos ofereçam serviços ou produtos adequados ao lado do resultado das pesquisas.</p>
<p>Enquanto procuramos no Google, não nos damos conta de que, praticamente todos os outros meios que usávamos para sanar nossas dúvidas, viram coisas do passado. Enciclopédias são agora “livros objeto” empoeirados nas prateleiras, manuais de produtos, de serviços e toda sorte de utilidades, estão ao alcance do algoritmo de busca do Google, em sites e mais sites pela Internet, indexados por sua popularidade e disponibilidade.</p>
<p>Outro dia quis testar algo diferente, primeiro coloquei meu nome para ver o que acontecia, e me descobri logo na primeira página. Fiquei contente, mas rapidamente me dei conta de que eu estava ali por que havia disponibilizado meu nome, meu endereço do Twitter, Facebook, Orkut, Blog etc. Estava ali por que queria de fato aparecer. Afinal de contas, quem escreve, quer ser lido por outros. É assim que também quero contribuir para mudar algo no mundo.</p>
<p>Entretanto, esta atitude não era assim tão diferente. Uma vez que as respostas para as palavras e objetos procurados, é classificada por um cérebro eletrônico, um conjunto de servidores com um poderoso e secreto algoritmo, me perguntei infantilmente: por que não falar com ele? O que aconteceria se estabelecesse um diálogo com as respostas do Google?  Tomei iniciativa imbuído de um espírito experimentalista, a exemplo dos artistas de vanguarda do século XIX. Para onde me levaria o oráculo pós moderno, a partir de algumas simples palavras? O trecho a seguir, é a transcrição deste “diálogo inusitado” realizado no dia 10 de fevereiro de 2011.</p>
<p><strong>Eu</strong>: Bom dia</p>
<p><strong>Google</strong>: “Quando Deus abriu a janela do céu e me viu, perguntou&#8230; Qual é o teu desejo para hoje? Eu respondi&#8230; “Senhor, por favor cuida bem da pessoa que está lendo esta mensagem, pois ela é minha amiga.””</p>
<p><strong>Eu</strong>: Obrigado, desejo um bom dia para você também.</p>
<p><strong>Google</strong>: Desejo uma semana muito linda para você!</p>
<p><strong>Eu</strong>: O que você fará hoje?</p>
<p><strong>Google</strong>: O que você hoje faria se soubesse que iria morrer amanhã?</p>
<p><strong>Eu</strong>: Morrer amanhã?</p>
<p><strong>Google</strong>: Se eu morrer amanhã, Pedirei apenas uma coisa: Que possa, mesmo que por um instante, Olhar para trás. Certamente, rirei de minha inocência &#8230;</p>
<p><strong>Eu</strong>: Qual o sentido da vida?</p>
<p><strong>Google</strong>: o amor dá sentido às nossas vidas, tal como a amizade, ou a arte, ou a crença em Deus. São fatores de felicidade, de paz interior, &#8230;</p>
<p>(as respostas foram as primeiras frases ou texto da primeira imagem apresentada. Algumas respostas podem se  alterar em alguns casos, em função do que é publicando e avaliado pelo algoritmo de busca)</p>
<p>“Conversamos” por alguns instantes apenas, o suficiente para que eu pudesse concluir que, mesmo sem haver alguém “do outro lado”, as respostas já estavam ali, alguém já as havia escrito. Alguém já havia vivido, alguém já havia contribuído.</p>
<p>Na realidade, por de trás daquele “cérebro eletrônico”, classificador e censor, estavam pessoas. Gente como eu e você, que de alguma maneira, mais rica ou mais pobre se dispôs a revelar um pouco de si. O verdadeiro conteúdo está em nós mesmos, passível de ser compartilhado, divulgado. A máquina, o Google, a rede, é só um caminho e não o único.</p>
<p>Não precisamos ser escravos da tecnologia. Somos agentes, somos pessoas, possuímos nossas história pessoais, nossas emoções, nossas identidades, nossa individualidade. Podemos não estar no ranking da primeira página de resultados. O que de fato importa, é que se nos esquecermos disso, poderemos estar ali, apenas como mensagens de 140 caracteres, algumas fotos, talvez algumas menções jornalísticas para alguns ou apenas em números e estatísticas de consumo.</p>
<p>Antes de estarmos online, precisamos ser nós mesmos. Antes de nos expor, muitas vezes de maneira até exagerada e insegura, precisamos de conteúdo, afinal não é isso que procuramos quando fazemos nossas buscas?</p>
<p>Qual o seu o conteúdo? Já procurou no Google?</p>
<p>Sem dúvida esta resposta, não estará lá.</p>
<p>Está onde sempre esteve, dentro de você.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="www.google.com"><img class="aligncenter" title="Google" src="http://www.google.com/images/about_logo.gif" alt="" width="175" height="65" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcodecastro.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcodecastro.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcodecastro.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcodecastro.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcodecastro.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcodecastro.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcodecastro.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcodecastro.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcodecastro.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcodecastro.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcodecastro.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcodecastro.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcodecastro.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcodecastro.wordpress.com/286/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=286&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A hora do planeta  &#8211; Ora direis, ouvir estrelas&#8230; *</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Mar 2011 13:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Motivação e engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos e insights]]></category>
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		<category><![CDATA[movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo Bilac]]></category>
		<category><![CDATA[presença]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheci a Hora do planeta no ano passado, e julgo ser uma ótima iniciativa, uma demonstração de que, nós como cidadãos comuns, podemos contribuir para melhorar um pouco a vida nesta grande casa a que chamamos de planeta Terra. Pequenos &#8230; <a href="http://marcodecastro.wordpress.com/2011/03/26/a-hora-do-planeta-ora-direis-ouvir-estrelas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=278&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheci a Hora do planeta no ano passado, e julgo ser uma ótima iniciativa, uma demonstração de que, nós como cidadãos comuns, podemos contribuir para melhorar um pouco a vida nesta grande casa a que chamamos de planeta Terra.</p>
<p>Pequenos gestos e atos, podem verdadeiramente contribuir para mudar um pouco nossos mundo, ainda que de forma simbólica.  A hora do planeta, é a ação de apagar as luzes de sua casa, escritório ou estabelecimento, no dia 26 de março, das 20:30 e meia às 21:30 (hora local) para reduzir o aquecimento global.  Tornou-se uma iniciativa mundial bastante animada.</p>
<p>Para conhecer um pouco mais, coloquei abaixo um vídeo ilustrando o tema.  Aproveito para convidar a todos que tiverem a oportunidade de ler este post, a conhecer e participar.</p>
<p><a href="http://www.horadoplaneta.org.br" target="_blank">www.horadoplaneta.org.br</a></p>
<p>Há muita coisa bonita para se fazer sem luz. A primeira delas é perceber o quanto ela é importante em nossas vidas. Muitas vezes precisamos da ausência para valorizar a presença, seja do que for.</p>
<p>Possivelmente, ao longo desta hora, se quisermos, teremos a chance de ver também algumas estrelas. Não necessariamente, aquelas lá do céu, mas as que vivem ao nosso lado lado, muitas vezes tão próximas e tão distantes.</p>
<p>Como escrevera o poeta Olavo Bilac *:</p>
<p>Ora (direis) ouvir estrelas! Certo  Perdeste o senso! (&#8230;)</p>
<p>E eu vos direi: &#8220;Amai para entendê-las!</p>
<p>Pois só quem ama pode ter ouvido</p>
<p>Capaz de ouvir e de entender estrelas.&#8221;</p>
<p>Com criatividade, sem dúvida, será uma hora animada, romântica, reflexiva, divertida e feliz. Como escrevem os organizadores: “apague a luz para ver um mundo melhor.”</p>
<p>Tenho certeza de que vale a pena participar, não só pela boa causa do planeta, mas para uma boa causa: você.</p>
<p>Desejo a todos, uma boa hora, a hora do planeta.   <a href="http://www.horadoplaneta.org.br" target="_blank">www.horadoplaneta.org.br</a></p>
<p>* Soneto XIII da obra Via-Láctea de Olavo Bilac</p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://marcodecastro.wordpress.com/2011/03/26/a-hora-do-planeta-ora-direis-ouvir-estrelas/"><img src="http://img.youtube.com/vi/vMwArLkF0oU/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcodecastro.wordpress.com/278/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcodecastro.wordpress.com/278/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcodecastro.wordpress.com/278/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcodecastro.wordpress.com/278/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcodecastro.wordpress.com/278/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcodecastro.wordpress.com/278/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcodecastro.wordpress.com/278/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcodecastro.wordpress.com/278/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcodecastro.wordpress.com/278/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcodecastro.wordpress.com/278/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcodecastro.wordpress.com/278/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcodecastro.wordpress.com/278/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcodecastro.wordpress.com/278/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcodecastro.wordpress.com/278/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=278&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Encontros e desencontros</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 00:44:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Certamente já tivemos muitos encontros e desencontros em nossas vidas, portanto, este título pode ser mais um clichê, mas a história que se segue, é simplesmente a história de um encontro entre irmãos, de um reencontro para um pai, e &#8230; <a href="http://marcodecastro.wordpress.com/2011/03/10/encontros-e-desencontros/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=261&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://marcodecastro.files.wordpress.com/2011/03/encontros-e-desencontros-marco-aurc3a9lio-de-castro11.jpg"><img class="size-full wp-image-266 alignnone" title="Encontros e desencontros - Marco Aurélio de Castro1" src="http://marcodecastro.files.wordpress.com/2011/03/encontros-e-desencontros-marco-aurc3a9lio-de-castro11.jpg?w=640&#038;h=480" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p>Certamente já tivemos muitos encontros e desencontros em nossas vidas, portanto, este título pode ser mais um clichê, mas a história que se segue, é simplesmente a história de um encontro entre irmãos, de um reencontro para um pai, e de um desencontro no passado já distante, em tempo e em lugar.</p>
<p>Ambos nascemos em Berlim, porém, nossos destinos nos levaram a lugares distintos. Fomos em momentos diferentes, para as Américas. Ele, para a do Norte, e eu, para a do Sul. Crescemos, tivemos irmãos, casamos, descasamos e hoje nos encontramos.</p>
<p>Na realidade, nosso encontro já havia ocorrido por emails trocados no ano passado, e depois, em algumas videoconferências. Porém, fiquei feliz mesmo em encontrá-lo pessoalmente, e saber que contribui, após tantos anos de procura, para que encontrasse seu pai, e que ao mesmo tempo, é meu pai.</p>
<p>Meu meio irmão mais velho. Até agora eu era o mais velho!</p>
<p>Naquela tarde de final de verão, no aeroporto de São Paulo, emocionados, tivemos nosso encontro de família. Com seus quase 80 anos, nosso pai já não reagiu mais da mesma maneira que eu o via reagir há alguns anos. Sua reação lenta e gradual, emocionada. Com a voz embargada e lenta, esforçando-se para falar em inglês, me emocionou também.</p>
<p>Mais adiante, já em casa, o encontro ou reencontro, fazia do apartamento de meus pais uma &#8220;torre de Babel&#8221;. Os idiomas se misturavam em uma ansiedade e uma disposição por nos fazer entender e compreender uns aos outros. Esta diversidade de idiomas é divertida.</p>
<p>A vida nos traz surpresas, venturas e desventuras. Somos o resultado de nossas decisões e atos. É verdadeiramente incrível como algumas coisas que fazemos, desenvolvem-se ao longo dos anos de uma forma que sequer imaginamos. Sem julgar ou criticar, apenas constato que, aquilo que ocorreu no passado, nos proporcionara um novo momento agora.</p>
<p>Um encontro entre irmãos. Para meu pai, um reencontro. No passado, ficaram os desencontros. Caminhos que se cruzaram e se descruzaram. Pessoas, amores, maridos, esposas, gente com a qual vivemos ou convivemos, que encontramos ao longo do caminho, e que agora nos são distantes. Os desencontros da vida, são mais comuns do que pensamos.</p>
<p>Lembro me de um trecho de Vinícius de Moraes, (&#8230;) A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida. (&#8230;) No desencontro do passado, ele encontrou uma porta para o encontro presente.</p>
<p>Tive a grata oportunidade de estar com meu novo e mais velho irmão por alguns dias. Viajamos juntos por alguns lugares próximos. Falamos de muitas coisas, juntamos alguns pedaços do quebra-cabeças que a história dele, a minha e a de nossos pais possui.</p>
<p>Foram poucos dias. Pouco, para quem passou tanto tempo sem se conhecer. Aprendemos um com o outro, compartilhando nossas horas juntos, nossas refeições, carinhosamente servidas e preparadas, músicas que gostamos, ideias e concepções de vida e de mundo. Fizemos planos, compartilhamos nossos sonhos e, sinto-me feliz por cada minuto que estivemos juntos.</p>
<p>Com meu irmão mais velho, aprendi mais algumas coisas importantes sobre a vida. Às vezes, estas surpresas nos fazem pensar, refletir sobre cada passo, sobre cada decisão que tomamos.</p>
<p>Nos despedimos no final de uma tarde de feriado, sem dizer muitas coisas. As despedidas agora, são mais dolorosas por não estarmos tão próximos geograficamente, ainda que toda tecnologia nos aproxime e nos conecte. Hoje ele se despede de meu pai e amanhã estará novamente em sua casa, em uma floresta da Virginia.</p>
<p>Não sei quando nos encontraremos novamente. Sei apenas, que este encontro foi uma das coisas mais importantes de minha vida e isso é o que importa.</p>
<p>Obrigado meu irmão, por esta oportunidade.</p>
<p>Até breve.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcodecastro.wordpress.com/261/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcodecastro.wordpress.com/261/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcodecastro.wordpress.com/261/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcodecastro.wordpress.com/261/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcodecastro.wordpress.com/261/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcodecastro.wordpress.com/261/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcodecastro.wordpress.com/261/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcodecastro.wordpress.com/261/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcodecastro.wordpress.com/261/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcodecastro.wordpress.com/261/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcodecastro.wordpress.com/261/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcodecastro.wordpress.com/261/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcodecastro.wordpress.com/261/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcodecastro.wordpress.com/261/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=261&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Encontros e desencontros - Marco Aurélio de Castro1</media:title>
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		<title>A memória e o esquecimento: o que temos para contar?</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Jan 2011 22:48:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das virtudes que possuímos é a capacidade de esquecer. Imagine se nosso consciente mantivesse tudo que vimos, fizemos, lemos, disponível de forma imediata? Viveríamos a permanente acessibilidade de tudo, tal qual um computador em perfeito funcionamento. Estaríamos presos a &#8230; <a href="http://marcodecastro.wordpress.com/2011/01/23/a-memoria-e-o-esquecimento-o-que-temos-para-contar/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=249&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das virtudes que possuímos é a capacidade de esquecer. Imagine se nosso consciente mantivesse tudo que vimos, fizemos, lemos, disponível de forma imediata?</p>
<p>Viveríamos a permanente acessibilidade de tudo, tal qual um computador em perfeito funcionamento. Estaríamos presos a um presente eterno de memória imediata.</p>
<p>A capacidade de esquecer e lembrar é importante para que possamos pensar no passado, para exercitar o esforço da lembrança, para perdoar, para definitivamente deixar ao largo o que merece ser esquecido ao longo dos anos.</p>
<p>Esquecer-se,   também é de certa forma, perdoar-se. Não que tudo deva ser esquecido, mas tampouco tudo precisa ser permanentemente lembrado.</p>
<p>O equilíbrio entre a recordação e o esquecimento é uma das coisas que nos faz amadurecer, nos faz ver o mundo de outra forma, constituir relacionamentos baseados em valores ao invés de cobranças, a sermos diplomáticos ao invés de juízes sem toga.</p>
<p>Recentemente estive em um hospital e ouvi uma história inusitada. Estava ali, na unidade de tratamento intensivo, um casal, pessoas idosas e ambos acometidos pelo implacável mal de Alzheimer. A doença do esquecimento. Cada qual desconhecia a presença do outro no leito ao lado.</p>
<p>Uma grande e infeliz coincidência. Uma obra do acaso. Cada qual deitado em seu leito, cercado de fios e tubos, de aparelhos e controles para manter o metabolismo em funcionamento.</p>
<p>Esta cena, apenas descrita por quem a viu, me fez lembrar dias depois, do filme argentino, O filho da noiva. Uma comovente história de amor, de carinho e de comprometimento. Assisti ao filme novamente para provocar e alimentar-me a alma.</p>
<p>Para o casal do hospital, talvez seja melhor assim, sem assistir ao sofrimento do cônjuge. Cada um com sua história, com seus dias de alegria e de tristeza, com filhos e talvez netos a esperar na sala de visitas. Eles me fizeram refletir mais um pouco sobre o que verdadeiramente somos e o que fazemos no dia a dia, para que a memória seja exercitada, para que haja lembranças, recordações, algo para servir de herança não material.</p>
<p>Nossa incrível capacidade de lembrar, de sentir nossa a história com os olhos do presente é algo que precisamos cultivar. Hoje vivemos tempos e rotinas que nos fazem esquecer muito rápido do que verdadeiramente é essencial. Esquecemos de quem somos, de onde viemos, das amizades, dos valores, de tantas coisas&#8230;</p>
<p>Sempre gostei de ouvir as histórias contadas por minha mãe. Suas aventuras cotidianas na Alemanha do final da guerra, de sua fuga para o ocidente, da construção de uma vida nova no Brasil. As histórias do meu pai também são cheias de emoção, suas brincadeiras de infância nas várias cidades onde morou, seus passos na política, os momentos históricos que presenciou.<br />
São pessoas com histórias para contar. Sempre gostei de sentar ao sofá em uma tarde de final de semana, acompanhado por uma xícara de chá ou café e ouvir estas histórias.<br />
Histórias que desejo ver escritas para serem perpetuadas. Presenteei minha mãe com um livro em branco para que fossem registradas as suas memórias.</p>
<p>É simplesmente gratificante vê-los se lembrar, resgatar, reproduzir com prazer, com orgulho ou até mesmo com tristeza algumas de suas passagens. São suas histórias e eles sempre tem algo para contar.</p>
<p>A sociedade do esquecimento é aquela que não se lembra do que já foi. Seus museus são virtuais, suas histórias são passageiras, seus sujeitos se perdem na multidão, no consumo, no esquecimento. Nossa sociedade vive para o presente e se lança para um futuro cada vez mais mediado pela tecnologia, pela rapidez na entrega, pelo brilho dos produtos, pelos prazeres do instante, pela fama rápida, pela fortuna financeira em poucos anos. O indivíduo tende a perder-se neste presente contínuo e a ficar sem histórias para contar.</p>
<p>Mas, voltando ao casal de velhinhos no hospital, não sei que fim levou. Senti, em não poder ajudá-los. Penso naquelas memórias, apagando-se, perdendo-se por conta da enfermidade ainda sem cura.  Uma sina inexorável. O que eles deixaram para ser lembrado, uma vez que eles se esqueceram de tudo? Talvez, ainda que anonimamente, fique para eles, esta crônica como registro.</p>
<p>Mas antes que nos esqueçamos, eu pergunto, o que temos para contar?</p>
<p><a href="http://marcodecastro.files.wordpress.com/2011/01/dementia-and-alzheimers-disease.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-255" title="dementia-and-alzheimers-disease" src="http://marcodecastro.files.wordpress.com/2011/01/dementia-and-alzheimers-disease.jpg?w=235&#038;h=300" alt="" width="235" height="300" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcodecastro.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcodecastro.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcodecastro.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcodecastro.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcodecastro.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcodecastro.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcodecastro.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcodecastro.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcodecastro.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcodecastro.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcodecastro.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcodecastro.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcodecastro.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcodecastro.wordpress.com/249/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=249&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Onde dormem os pássaros?</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Jan 2011 22:46:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando criança, intrigava-me o fato de chegar a noite, não ver e não saber onde dormiam os pássaros. Uma bobagem, poderíamos dizer, à medida em que ficamos adultos. Entretanto, num destes dias de janeiro com muito calor e chuva, acordei &#8230; <a href="http://marcodecastro.wordpress.com/2011/01/09/onde-dormem-os-passaros/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=238&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando criança, intrigava-me o fato de chegar a noite, não ver e não saber onde dormiam os pássaros. Uma bobagem, poderíamos dizer, à medida em que ficamos adultos. Entretanto, num destes dias de janeiro com muito calor e chuva, acordei durante a noite. Em meio ao silêncio, ouvi de repente o pio de um pássaro. Poderia ser uma coruja ou outro pássaro de hábitos noturnos, não sei. O fato é que a pergunta surgiu novamente e me lembrei dos tempos de criança. Onde dormem os pássaros?</p>
<p>Lembrei-me do Albatroz  -  um poema maravilhoso de Baudelaire,  de Fernão Capelo Gaivota, que li e reli algumas vezes, da pomba de Picasso, dos pelicanos em Paracas no Peru, de muitos outros pássaros que vi e conheci ao longo dos anos. Passei a me lembrar daqueles que, a exemplo dos pássaros, voam e retornam ao chão, mergulham e voltam ao ar. Cantam, piam, ou simplesmente passeiam pelo ar e pela vida. Pessoas que ao longo dos anos, cruzaram meus caminhos e já se foram. Deixaram sua beleza, uma saudade agradável, seu encanto, suas lições, suas marcas. Pessoas, que se puderem e quiserem, voltarão um dia, pois suas vidas e ventos as levaram para outros horizontes. Algumas não voltam mais, estão em outra dimensão, qualquer que seja ela.</p>
<p>Pensei na vida, em como anda agitada. Na pressa do trânsito, no estresse do trabalho, nas loucuras dos outros, por que só os outros tem loucura, eu não. Pensei no dinheiro que ganhei e gastei. Pensei no que perdi e esqueci, no que plantei e no que colhi, nos sonhos que realizei, nos que quero realizar. Aos poucos fui pensando nos compromissos, nas contas para pagar, nas coisas para fazer.</p>
<p>Era tanta coisa que desisti de pensar. Eu queria e voltei a recordar as brincadeiras de infância, as árvores em que subi, os túneis que entrei, os mares e rios em que nadei, o futebol nas tardes depois da aula, os castelos de areia construídos à beira do mar, a primeira vez que vi a neve, de quando aprendi a ler e mostrei aos meus pais com uma tampinha de refrigerante Crush. Lembrei-me de tantas coisas gostosas que merecem ser lembradas.</p>
<p>Lembrei também que um dia, no meio da noite, andei pela mata e vi, ali no alto das árvores, em meio as folhas, o lugar onde os pássaros dormiam.</p>
<p>Às vezes, as perguntas de criança servem para recordar.</p>
<p>Virei de lado e dormi feliz.</p>
<p>Dormi como os pássaros, no meu andar no alto de um prédio, esperando o dia clarear e voltar a pensar.</p>
<p>No caso deles, voar.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcodecastro.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcodecastro.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcodecastro.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcodecastro.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcodecastro.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcodecastro.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcodecastro.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcodecastro.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcodecastro.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcodecastro.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcodecastro.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcodecastro.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcodecastro.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcodecastro.wordpress.com/238/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=238&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Às vezes não precisamos de pernas para andar&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 22:10:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já faz algum tempo que minha perna quebrou. Foi em um final de semana, onde não fiz grandes esforços, em um daqueles momentos de conjunção de forças, ângulos e pontos de resistência, em que dois ossos se quebraram e senti &#8230; <a href="http://marcodecastro.wordpress.com/2011/01/07/as-vezes-nao-precisamos-de-pernas-para-andar/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=201&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já faz algum tempo que minha perna quebrou. Foi em um final de semana, onde não fiz grandes esforços, em um daqueles momentos de conjunção de forças, ângulos e pontos de resistência, em que dois ossos se quebraram e senti a maior dor física que já havia me acometido.</p>
<p>Depois disso, foram as cirurgias para limpeza e a de colocação das placas, a fisioterapia e uns dias em casa. Ainda não estou andando normalmente. Duas muletas me acompanharão por mais algum tempo, até que o médico lhes dê a carta de alforria e eu possa andar normalmente. Tudo passou muito rápido. Parece que foi ontem que tudo aconteceu.</p>
<p>Enquanto estive em casa, primeiro procurei me acostumar com o fato de ter quebrado a perna. Não é algo que imaginava acontecer comigo e foram necessários alguns dias para que eu pudesse aceitar esta realidade. Depois, vieram os momentos de reflexão, a pergunta que não deixava de vir à mente: porquê isto aconteceu comigo?</p>
<p>Decidi me satisfazer com a conclusão de que algo em meu universo não estava em ordem. Descobrir o que  verdadeiramente não estava equilibrado foi uma das tarefas que me propus dali em diante. Entretanto, após vinte dias em casa, já não conseguia mais olhar para as paredes, ler emails e assistir a uns poucos programas de televisão que me atraiam. Concentrar-me e refletir, era difícil também. Decidi, com anuência do médico, que voltaria a trabalhar, mesmo com muletas ou cadeira de rodas.</p>
<p>Do primeiro dia em diante, não me lembro de quantas vezes respondi a pergunta: O que aconteceu com você? Além da curiosidade, percebi que algumas pessoas não imaginavam que algo assim poderia acontecer comigo. Algumas chegavam a expressar isso com surpresa: Nossa, você?</p>
<p>O retorno ao mundo me fez bem. Sinto que foi um passo importante em meu processo de recuperação, e ao mesmo tempo, de busca pela resposta à pergunta que me fiz.</p>
<p>Ao longo deste período, percebi uma solidariedade natural daqueles com quem convivo, seja em casa ou no trabalho, parentes ou amigos, próximos ou distantes. Me ajudaram a fazer coisas que facilitaram a vida e o trabalho nestas condições. A todas estas pessoas, sou grato de coração.</p>
<p>Assim também, sou grato às pessoas das quais<strong>, </strong>algumas vezes eu sequer sabia o nome, e que se dispunham a ajudar quando necessário, que não demonstravam qualquer indignação ou sinal de incômodo por fazer algo por alguém que requeria ajuda. Aprendi que pequenos atos, se somados fazem a diferença. Parafraseando o poeta japonês Ryonosuke Satoro, sozinhos são gotas, juntos, um oceano.  Estes gestos foram muito importantes.<strong> </strong>A todos, muito obrigado.</p>
<p>Encontrei pessoas com problemas muito maiores que os meus. Percebi efetivamente que uma perna quebrada se “conserta” e outras tantas coisas na vida não são assim tão simples de se resolver. Percebi o valor da mobilidade, da incrível capacidade que nossa natureza nos proporciona e que requer cuidados. Percebi que somos mais frágeis do que parecemos ser. Passei a perceber aqueles que me perguntavam com vontade sincera de ouvir e aqueles que o faziam por educação ou obrigação protocolar. Percebi que uma vaga de estacionamento para deficientes em muitos lugares é tão importante quanto a vaga para um idoso. Percebi mãos amigas, palavras de conforto e estímulo. Percebi que ao longo destes dias, e já se vão quase três meses, eu continuei a pensar, a escrever, a trabalhar e mesmo com a restrição que a perna me impunha, eu buscava o equilíbrio, sob os dois aspectos, todos os dias. Às vezes com sucesso, às vezes não.</p>
<p>Posso dizer que passei por uma situação difícil, entretanto, não deixei de me levantar um dia sequer, não desisti. Descobri ao longo destes dias, muitas pessoas que também não desistiram, como o motorista do shopping center que ontem a noite me contou sua história de recuperação.  Aprendi com uma pessoa maravilhosa, que dizer sim a vida é uma opção.</p>
<p>O que importa desta jornada é o que estou aprendendo com ela. O que aprendi com as pessoas, o que passei a perceber com mais facilidade, o que aprimorei em minhas habilidades e competências, o prazer que obtive ao estar mais sentado do que em pé, ao ler mais, escrever mais, dentre muitas outras coisas que esta condição me proporcionou.</p>
<p>Ao longo destes três meses, percebi um pouco mais da vida. A vida como ela de fato é, com pessoas dispostas a ajudar e pessoas amargas a se esconder, a vida com sol e com chuva, com palavras de estímulo e o silêncio da indiferença, com sucessos e insucessos, com esperança e desesperança, com desistência e superação.</p>
<p>Enfim, percebi um pouco mais da vida. Às vezes não precisamos de pernas para andar. Eis a resposta.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcodecastro.wordpress.com/201/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcodecastro.wordpress.com/201/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcodecastro.wordpress.com/201/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcodecastro.wordpress.com/201/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcodecastro.wordpress.com/201/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcodecastro.wordpress.com/201/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcodecastro.wordpress.com/201/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcodecastro.wordpress.com/201/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcodecastro.wordpress.com/201/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcodecastro.wordpress.com/201/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcodecastro.wordpress.com/201/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcodecastro.wordpress.com/201/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcodecastro.wordpress.com/201/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcodecastro.wordpress.com/201/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=201&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>2011</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Dec 2010 13:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O vídeo Zeitgeist 2010 do Google faz uma interessante retrospectiva do ano 2010 e vale a pena assistir. Com uma abordagem criativa, apenas um pouco americano demais para uma empresa globalizada, o vídeo também é uma convite para nos fazer &#8230; <a href="http://marcodecastro.wordpress.com/2010/12/26/2011/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=185&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vídeo Zeitgeist 2010 do Google faz uma interessante retrospectiva do ano 2010 e vale a pena assistir. Com uma abordagem criativa, apenas um pouco americano demais para uma empresa globalizada, o vídeo também é uma convite para nos fazer pensar sobre o que desejamos para 2011.</p>
<p>O passado é o que foi, o presente é onde nos encontramos e determinamos os caminhos para o futuro, este desconhecido.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://marcodecastro.wordpress.com/2010/12/26/2011/"><img src="http://img.youtube.com/vi/F0QXB5pw2qE/2.jpg" alt="" /></a></span>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcodecastro.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcodecastro.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcodecastro.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcodecastro.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcodecastro.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcodecastro.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcodecastro.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcodecastro.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcodecastro.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcodecastro.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcodecastro.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcodecastro.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcodecastro.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcodecastro.wordpress.com/185/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=185&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Mensagem de Natal e ano novo</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Dec 2010 00:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio de Castro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saber viver]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, Lá se vai mais um ano. Passou rápido.  Ontem era janeiro, hoje dezembro. Ontem dizíamos “este ano”, hoje dizemos “o ano que vem”. A percepção do tempo é cada vez menor como já escreví na mensagem do penúltimo Natal. &#8230; <a href="http://marcodecastro.wordpress.com/2010/12/18/mensagem-de-natal-e-ano-novo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcodecastro.wordpress.com&amp;blog=9590798&amp;post=169&amp;subd=marcodecastro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Lá se vai mais um ano. Passou rápido.  Ontem era janeiro, hoje dezembro. Ontem dizíamos “este ano”, hoje dizemos “o ano que vem”. A percepção do tempo é cada vez menor como já escreví na mensagem do penúltimo Natal. Como humanos, pensamos sempre nas necessidades futuras, não apenas no aqui e agora, assim, cada vez mais o futuro se distancia e corremos ainda mais para alcançá-lo.<br />
Fizemos o que planejamos? Planejamos o que fizemos?</p>
<p>Os últimos meses me proporcionaram a oportunidade para refletir um pouco mais sobre o que é verdadeiramente importante em nossas vidas. Certamente cada um de nós tem a sua opinião a respeito, os livros de auto-ajuda contribuem para isso, além de muitas outras formas de crença que povoam o nosso convívio.</p>
<p>Uma das coisas que tem me ocupado meus pensamentos cada vez mais é o que fazemos verdadeiramente para ter um mundo um pouco melhor para nossos filhos, netos e para nós mesmos, afinal de contas, ainda viveremos muito tempo.</p>
<p>Não falo aqui de decisões meramente administrativas, do tipo: “ mandei fazer” ou “fiz” quando na verdade outros fizeram e você só pousou na foto cerimonial. Estas ações mais gerenciais ou corporativas são importantes, mas não nos eximem de agir como pessoas, de desvestir o uniforme do “homus empresarialis” e colocar, mesmo que um pouqinho, a mão na massa.</p>
<p>Isso também não significa dar uma esmola ou comprar um presente para alguma criança pobre da periferia. Fazer algo para um mundo um pouco melhor, é um gesto de comprometimento, não de simples apoio. É participar e não dar somente as ordens. É incorporar isso como um valor pessoal, antes de ser um valor pendurado na parede de seu escritório ou algo para ser dito e fazer bonito em uma roda de amigos.</p>
<p>A criatividade é sua, não escrevi para dar receitas, pois quem sou eu para tê-las e ditá-las? Quero apenas provocar sua reflexão, neste momento de maior calor humano em que comemoramos o Natal e a passagem de ano.</p>
<p>Como os anos se passam e o que fica é história, o que vem pode ser sempre diferente. Para viver o futuro, isto é, o que temos de vida pela frente, trago aqui, na sabedoria de uma grande poetisa brasileira, uma sugestão em forma de poesia:</p>
<p><strong>Saber Viver  &#8211; Cora Coralina</strong></p>
<p>Não sei&#8230; Se a vida é curta<br />
Ou longa demais pra nós,<br />
Mas sei que nada do que vivemos<br />
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.<br />
Muitas vezes basta ser:<br />
Colo que acolhe,<br />
Braço que envolve,<br />
Palavra que conforta,<br />
Silêncio que respeita,<br />
Alegria que contagia,<br />
Lágrima que corre,<br />
Olhar que acaricia,<br />
Desejo que sacia,<br />
Amor que promove.<br />
E isso não é coisa de outro mundo,<br />
É o que dá sentido à vida.<br />
É o que faz com que ela<br />
Não seja nem curta,<br />
Nem longa demais,<br />
Mas que seja intensa,<br />
Verdadeira, pura&#8230;<br />
Enquanto durar&#8230;</p>
<p>A todos, um grande abraço, o desejo de um feliz Natal e um excelente ano novo.</p>
<p>Link para quem quiser ler a <a title="Um convite para um Natal e um Ano novo diferente" href="http://marcodecastro.wordpress.com/um-convite-para-um-natal-e-um-ano-novo-diferente/">Mensagem de Natal de 2007</a></p>
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